O dicionário apresenta mais de 10 designações para ideia. Vou me ater apenas a 03: Delineamento, esboço; Talento inventivo, engenho; Pensamento concepção, plano; São baseados nestes conceitos que desenvolvo o meu trabalho. Eu vendo ideia.
Imagino um esboço para determinada organização avaliando os fatores como investimento, público, mercado, concorrência, produtos e serviços.
A ideia surge com a administração dos dons recebidos e com a busca pelo conhecimento e sua atualização.
A ideia toma forma com sua aplicação baseada em pesquisa, desenvolvimento e execução.
Ideia de uma organização mais produtiva; de uma sociedade que sabe se relacionar e comunicar bem; A ideia em insistir que o atendimento precisa melhorar e como fazer isso; De fortalecer o comércio local e inovar; De organizar o evento com profissionalismo; De contribuir com este portal informando para os gestores como podem aprimorar o seu empreendimento.
A ideia de ter uma ideia mesmo que esta seja a posição que um móvel ocupa em sua recepção; Mesmo que seja a cor da blusa; O batom que está borrado; Que seja a cor da parede.
Uma das ideias mais felizes que conheço foi de David, o camelô, que pediu dinheiro emprestado ao vizinho para comprar remédio para sua esposa, mas no caminho pegou os R$ 12,00 adquiridos e comprou doce, bala e foi vender no semáforo no Rio do Janeiro. Da venda ele comprou o remédio para sua esposa que estava doente e a partir deste momento tornou-se um dos maiores vendedores. Hoje, ele é um dos maiores palestrantes do Brasil.
A ideia que eu vendo pode não ser palpável, cheirada, vista a olho nu. Muitas ideias são sentidas e vistas com o retorno financeiro, acessibilidade em informações, otimização da organização.
Raphael Montechiari escreve sobre o Vendedor de Ideias e ele diz:
‘’E quanto te pagam?
- Depende da ideia. Quando me passam o que querem eu penso em várias soluções e, de acordo com a qualidade da ideia, o preço é maior.
- Muito bom. Você conta as ideias e eles escolhem a melhor, cada uma com um preço.
- Nada disso! Eu escrevo as ideias em papéis diferentes e anoto o preço de cada uma. Assim, de acordo com meu julgamento, eu ponho os preços nas ideias e o cliente escolhe qual quiser. Mas só leio a que eles comprarem. Assim não corro o risco de dizer as ideias e o cliente não pagar. Ninguém come a maçã e decide depois se vai pagar ou não. Estamos numa cidade cheia de malandros e é preciso ser mais malandro pra se dar bem.
- É verdade. Mas e se a ideia não agradar.
- Eu vendo as ideias. Se gostar ou não é um risco que se corre. Ali está o cartaz: não aceitamos devoluções. Porque depois vem um malandro, diz que não gosta e não paga. Aí você vai ver ele colocando ela em prática. Comigo não! Quer a ideia? Pague que eu a digo. Senão não tem negócio. ‘’
Eu vendo ideia! E você, o que vende?
http://omundomoldado.blogspot.com/2010/01/o-vendedor-de-ideias.html
outubro 24th, 2011 at 21:16
Boa idéia! gostei. Parabéns pelo texto, Giselle.